A fotobiomodulação é uma das tecnologias mais estudadas na odontologia oncológica. Segura, indolor e com forte respaldo científico, o laser de baixa intensidade é hoje o principal recurso para prevenção e tratamento da mucosite oral — além de atuar na xerostomia, dor orofacial e reparação tecidual.
O laser de baixa intensidade emite luz em comprimentos de onda específicos (vermelho e infravermelho próximo) que penetram nos tecidos e são absorvidos pelas mitocôndrias das células — as nossas "usinas de energia". Essa absorção estimula a produção de ATP, acelera a regeneração celular e modula a resposta inflamatória.
O resultado prático: as células danificadas pelo tratamento oncológico se recuperam mais rápido, a inflamação é reduzida e a dor diminui. Sem calor, sem dor, sem efeitos colaterais.
O LBI pode ser aplicado em diferentes fases do tratamento oncológico, com protocolos específicos para cada indicação.
Aplicações preventivas antes e durante a quimioterapia ou radioterapia de cabeça e pescoço reduzem significativamente a incidência e a gravidade das lesões orais.
Saber mais sobre mucosite →Quando a mucosite já está instalada, o LBI acelera a cicatrização, reduz a dor e diminui o risco de infecção secundária — possibilitando a continuidade do tratamento oncológico.
A boca seca causada pela radioterapia de glândulas salivares responde ao tratamento com LBI, com melhora na produção salivar e qualidade de vida do paciente.
Sobre xerostomia →Dor na boca, mandíbula e região orofacial associada ao tratamento oncológico ou aos seus efeitos tardios podem ser manejadas com protocolos de fotobiomodulação.
Após procedimentos cirúrgicos realizados em pacientes oncológicos, o LBI acelera a cicatrização e reduz edema e inflamação no pós-operatório.
O protocolo preventivo de laserterapia é mais eficaz quando iniciado antes do tratamento oncológico. Agende uma avaliação — em consultório ou domiciliar.