A fotobiomodulação, também conhecida como laserterapia de baixa intensidade, utiliza lasers vermelho e infravermelho, em comprimentos de onda e doses definidos, para modular respostas biológicas nos tecidos. Na Odontologia Oncológica, seu uso é mais consolidado na prevenção e no manejo da mucosite oral, com recomendações em diretrizes internacionais. A indicação considera o tratamento oncológico, o momento clínico, os sintomas e os objetivos do cuidado.
A fotobiomodulação, também chamada de laserterapia, utiliza laser vermelho e infravermelho aplicado sobre os tecidos com objetivo de modular respostas biológicas. Em mucosite oral, os estudos descrevem efeitos relacionados à redução da inflamação, controle da dor e favorecimento do reparo da mucosa, sem corte ou remoção de tecido.
A resposta depende de fatores como comprimento de onda, energia aplicada, área tratada, frequência das sessões e momento de início do cuidado.
Na Odontologia Oncológica, a fotobiomodulação pode integrar o cuidado de suporte em condições orais relacionadas ao câncer e às terapias antineoplásicas. A indicação com maior respaldo em diretrizes internacionais é a prevenção da mucosite oral, mas estudos também avaliam seu uso no manejo da dor, reparo tecidual, alterações salivares e outras necessidades clínicas.
Prevenção e manejo da mucosite oral associada às terapias antineoplásicas, com indicação orientada por evidências científicas, diretrizes internacionais e avaliação clínica individualizada.
Saber mais sobre mucosite →Pode auxiliar no manejo da dor associada à mucosite oral e a outras condições da mucosa. A intensidade da dor é acompanhada por escala clínica, especialmente quando interfere na alimentação, higiene ou comunicação.
Pode apoiar a cicatrização de úlceras e lesões da mucosa, especialmente quando integrado ao controle de trauma local e às demais medidas de cuidado oral. O laser vermelho é frequentemente utilizado em protocolos voltados ao reparo superficial da mucosa.
A terapia fotodinâmica antimicrobiana pode ser considerada como recurso complementar em algumas infecções orais, associando laser, fotossensibilizador e avaliação clínica. Sua indicação depende do diagnóstico e não substitui o manejo odontológico ou médico necessário.
Pode ser avaliada como recurso complementar no estímulo das glândulas salivares e no cuidado de sintomas relacionados à boca seca. Os resultados ainda variam entre estudos, por isso não deve ser apresentada como garantia de aumento do fluxo salivar.
Sobre xerostomia →Pode integrar o planejamento odontológico de suporte ao paciente oncológico, com indicação individualizada, objetivos definidos e parâmetros registrados.
Quando há risco de mucosite oral, a avaliação odontológica precoce permite planejar medidas preventivas, orientar o paciente e definir se a fotobiomodulação faz parte do cuidado indicado.